Com o mundo tão globalizado as pessoas tem cada vez mais desejos de tornar suas vidas melhores e com uma rentabilidade um pouco mais digna. O mundo seria fantástico se as pessoas fizessem exatamente aquilo que gostam, entretanto, poucos iluminados ou “sortudos” conseguem essa proeza ao longo da vida. A questão aqui não é dinheiro, bens materiais, sucesso ou coisa que o valha; a questão diz respeito aos sonhos não realizados. Muitas pessoas que gostariam de estudar filosofia, arqueologia, biologia, cuidar de uma pousada à beira mar, mas falta-lhes coragem e certa ousadia para exercer um direito fundamental na vida do ser humano: encontrar a própria felicidade.
Em geral, preferimos dizer que as coisas estão muito distantes, por vezes impossíveis quando, na verdade, são muito inconvenientes. Desde pequenos somos orientados a perseguir carreiras promissoras como medicina, direito, engenharia ou ate mesmo o sonho não realizado dos pais como ser modelo ou jogador de futebol a qualquer preço. Por conta disso, o mundo esta cheio de profissionais medianos que se prestam a exercer uma profissão sem o menor ou dedicação que justifique o seu rendimento.
Exercer qualquer profissão com dignidade é para poucos. Por isso com a minha opinião, estudante da segunda fase de ciências contábeis, muitas pessoas não estão a fim de se sacrificar um pouco para poder ter uma vida um pouco melhor, sempre ouvimos as mesmas desculpa “se eu tivesse um emprego melhor seria mais feliz”, “se eu ganhasse mais, poderia viver melhor” ou ainda “quando eu mudar para um emprego melhor vou me dedicar mais”. O fato é que vivemos tentando justificar as nossas faltas de vontades ou dedicação a um determinado estudo, emprego, etc.
Acadêmico: Rafael José Beltrame

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