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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Anel do Contabilista








Pedra: Turmalina Rosa Clara, ladeada de Diamantes.
Aro: De um lado, o Caduceu de Mercúrio, que é a insígnia do Deus do Comércio (bastão que representa o poder, com duas Serpentes entrelaçadas, simbolizando a sabedoria; e o capacete com duas Asas que representam Atividade e Diligência); do outro, as Tábuas da Lei, com a legenda "LEX".

Logotipo do CFC





Os elementos que identificam o Conselho Federal de Contabilidade como órgão máximo regulador, normatizador e fiscalizador da profissão contábil no Brasil foram inseridos, harmonicamente, na logomarca.
• O caduceu, representado por um bastão entrelaçado com duas serpentes, possui na parte superior duas pequenas asas ou um elmo alado; é um dos principais elementos gráficos da logomarca, simbolizando o equilíbrio entre a moral e a boa conduta. Já o bastão expressa o poder; as duas serpentes, a sabedoria; as asas, a diligência, e o elmo, o emblema de pensamentos elevados.
• A sigla CFC é outro elemento que aparece sobreposta ao caduceu. Um efeito de terceira dimensão (3D) foi inserido para transmitir a sensação de profundidade. Outros dois recursos adotados com a mesma função foi a luminosidade dada ao fundo bege opaco, assim como a leve inclinação da sigla, que conferem modernidade ao resultado final.
• A engrenagem, que envolve todos os símbolos internos da referida logomarca, remete ao setor terciário (comércio, indústria e serviços), ou seja, à prestação de serviços devido a sua associação gráfica com as peças de um maquinário.
• Para explicar a sigla e reforçar a imagem do Conselho Federal de Contabilidade, o nome da entidade foi inserido no interior da logomarca.
• A cor dourada foi aplicada à logomarca com o intuito de transmitir excelência e seriedade a quem visualiza, pois são valores seguidos pela entidade.

Acadêmica: BRUNA FARIA

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O mercado de trabalho

Segundo o Conselho Federal de Contabilidade, há quase 400 mil contabilistas ativos no Brasil e, conforme o registro mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia a e Estatística (IBGE), de 2005, são 5,4 milhões de empresas no país. Se cuidar das contas de uma delas fosse à única opção para o profissional, haveria aproximadamente 14 companhias para cada contador. Mas existem outros caminhos possíveis. Um deles está no terceiro setor, na prestação de contas das organizações não-governamentais, que segue regimentos específicos, dominados ainda por poucos especialistas. "Podemos dizer que o desemprego para a área é praticamente zero, porque toda e qualquer empresa precisa ter controle financeiro", afirma Carlos Roberto de Godoy, coordenador do curso de Ciências Contábeis da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.
Nas capitais, as maiores oportunidades estão nas grandes e médias empresas, incluindo instituições financeiras e multinacionais, enquanto no interior há mais vagas em escritórios de contabilidade. Para o autônomo, existem boas perspectivas em todo o país. Atualmente, há forte demanda para auditoria, e apenas profissional com registro no Conselho Regional de Contabilidade podem realizar esse trabalho. "Muitos graduados em Administração ou Economia acabam procurando o curso de Contabilidade para aproveitar o mercado aquecido para o auditor", diz o professor Godoy. Como existem poucos profissionais com doutorado, há vagas para professores universitários.

Acadêmica: Maristela Iara Junkes

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Para que Serve a Informação Contábil nas Micro e Pequenas Empresas?

A presente pesquisa tem por objetivo evidenciar a forma como a informação contábil é
utilizada pelas micro e pequenas empresas. Foram realizada entrevista junto a gestores de
cinqüenta e cinco empresas localizadas na Região Metropolitana do Recife (PE). Esta
investigação replicou o trabalho desenvolvido pelos Professores Mitchell, Reid e Smith
(2000) realizado na Escócia. Entre outras constatações, pode-se observar que apesar de terem
credibilidade junto aos usuários, as informações contábeis tem sido difíceis de utilizar por
uma parte relevante deles (34,5%). Verificou-se que, na maioria dos casos, os relatórios que
são disponibilizados são os mais tradicionais e menos sofisticados. Viu-se também que a
necessidade de atualização dos profissionais que preparam as informações contábeis em
termos de conhecimento de softwares e sistemas é na verdade questão de sobrevivência no
mercado, haja vista e grande massificação por parte dos empresários de tais recursos. Por fim,
o estudo revela que a maioria dos gestores não se utiliza da Contabilidade para acompanhar
metas, medir desempenhos e avaliar impactos financeiros de suas decisões, deixando assim de fazer uso gerencial dos relatórios.

Acadêmico: Jonathan Andrade

JOVEM NA POLITICA: UMA BOA ESCOLHA OU NÃO?






A política perde muito quando se torna espaço para a auto-afirmação adolescente, a procura pela identidade, a musica adolescente já serve para isto. A política é coisa mais séria. Porém, jovens devem se interessar por política, estuda-la e passar a adolescência discutindo sobre ela, deviam fazer passeatas, encontros, participar de comícios. Contudo, certamente não deveriam tomar decisões políticas: nem como eleitor, nem como eleito.
Consigo fazer uma comparação com as crianças: elas não podem se meter em guerras de verdade, mais é necessário que brinquem de luta para aprender a lidar com as vantagens e os períodos de uma luta de verdade.
Assim como nossa sociedade não pode aceitar políticos com idéias retrógradas e com passado sujo no poder não podemos aceitar uma bomba de hormônios sem uma estrutura, uma base educacional participar efetivamente de decisões que regem nosso futuro, como em um cargo de prefeito, senador, deputado e etc. Apenas com a pratica da cidadania diária junto com uma educação eficiente (que não é o caso do nosso país) teremos alguma condição de introduzir novos jovens na política.



Acadêmico:Lucas Gabriel Hillesheim

CONTADOR OU CONTABILISTA ?

Esta é uma pergunta corrente no meio acadêmico e também no profissional.
Idos 1931, ainda sob vigência do Decreto n° 20.158 “escolas comerciais” formavam técnicos e os alunos que recebiam diplomas de perito contador, guarda-livros e atuário.
Considerava-se contadores somente os portadores de diplomas conferidos por institutos oficialmente reconhecidos. Em 22 de setembro de 1945, com a sanção do Decreto n° 7.988 passou a existir a carreira universitária, com o curso de Ciências Contábeis e Atuariais. Os alunos que concluíssem o curso, recebiam o diploma de bacharel em Ciências Contábeis e Atuariais.
Em 1946, com a criação do CFC (Conselho Federal de Contabilidade) coube ao CFC e aos Conselhos Regionais de Contabilidade fiscalizar o exercício da profissão, de contabilista, assim entendendo-se os profissionais com habilitação como contadores e guarda-livros, de acordo com os decretos citados.
Sendo assim, não é correto a afirmação de que contadores são os profissionais com diploma de Bacharelado em Ciências Contábeis e que os técnicos são contabilistas.
Na verdade, todos são contabilistas. Mais correto que o Bacharelado em Ciências Contábeis, é a postura que estes profissionais adotarão na sociedade, honrando o titulo que lhe foi outorgado.

Acadêmica: Juliane Eloise Moratelli

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Qual é a sua desculpa?

Com o mundo tão globalizado as pessoas tem cada vez mais desejos de tornar suas vidas melhores e com uma rentabilidade um pouco mais digna. O mundo seria fantástico se as pessoas fizessem exatamente aquilo que gostam, entretanto, poucos iluminados ou “sortudos” conseguem essa proeza ao longo da vida. A questão aqui não é dinheiro, bens materiais, sucesso ou coisa que o valha; a questão diz respeito aos sonhos não realizados. Muitas pessoas que gostariam de estudar filosofia, arqueologia, biologia, cuidar de uma pousada à beira mar, mas falta-lhes coragem e certa ousadia para exercer um direito fundamental na vida do ser humano: encontrar a própria felicidade.
Em geral, preferimos dizer que as coisas estão muito distantes, por vezes impossíveis quando, na verdade, são muito inconvenientes. Desde pequenos somos orientados a perseguir carreiras promissoras como medicina, direito, engenharia ou ate mesmo o sonho não realizado dos pais como ser modelo ou jogador de futebol a qualquer preço. Por conta disso, o mundo esta cheio de profissionais medianos que se prestam a exercer uma profissão sem o menor ou dedicação que justifique o seu rendimento.
Exercer qualquer profissão com dignidade é para poucos. Por isso com a minha opinião, estudante da segunda fase de ciências contábeis, muitas pessoas não estão a fim de se sacrificar um pouco para poder ter uma vida um pouco melhor, sempre ouvimos as mesmas desculpa “se eu tivesse um emprego melhor seria mais feliz”, “se eu ganhasse mais, poderia viver melhor” ou ainda “quando eu mudar para um emprego melhor vou me dedicar mais”. O fato é que vivemos tentando justificar as nossas faltas de vontades ou dedicação a um determinado estudo, emprego, etc.


Acadêmico: Rafael José Beltrame

CINCO BOLAS

Relação entre trabalho e outros compromissos da vida.

TRABALHO SAUDE FAMÍLIA ESPIRITO AMIGOS

Imaginem a vida, como um jogo, no qual vocês fazem malabarismo com cinco bolas ao ar.

Essas bolas são: o trabalho, a saúde, a família, os amigos e o espírito.

O trabalho é uma bola de borracha. Se cair bate no chão e pula para cima, nas quatro outras são de vidro. Se caírem quebrarão e ficarão permanentemente danificadas.

Entendam isso e busquem o equilíbrio na vida.

COMO?

*Não diminuam seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes.Cada um de nós é um ser especial.

*Não fixem seus objetivos com base no que os outros acham importantes. Só vocês estão em condições para vocês próprios.

*Dêem valor e respeitem as coisas mais queridas aos seus corações. Apeguem-se a elas como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.

*Não deixem que a vida escorra entre os dedos por viverem no passado ou no futuro. Se viverem um dia de cada vez, viverão todos os dias de suas vidas.

*Não desistam quando ainda são capazes de um esforço a mais. Nada termina ate o momento que se deixa de tentar.

*Não temam admitir que não são perfeitos.Não temam admitir enfrentar riscos.É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.

*Não excluam o amor de suas vidas dizendo que não se pode encontrá-lo.

*A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas.

*Não corram tanto pela vida a ponto de esquecerem onde estiverem e para onde vão.

*Não tenham medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.

*Não usem imprudentemente as palavras. Não se podem recuperar. A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo.

*Lembre-se: Ontem é historia. Amanha é mistério e Hoje e uma dádiva. Por isso se chama presente.*

Trechos da palestra de Brian Dyson, ex-presidente da Coca-Cola que aconteceu em uma conferencia numa Universidade Americana.

Temos todos que saber conciliar trabalho, família, amigos, saúde e espírito.

Pois do que adianta ser um ótimo profissional se é um péssimo pai de família, ou o que adianta trazer os problemas do trabalho pra dentro da família. Não adianta nada, por isso devemos trabalhar e nos dedicar a nosso trabalho, mas lembrando sempre que as coisas queridas do coração nos fazem muito felizes também.



Acadêmica: Morgana Christen

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

PRECONCEITO

Hoje no Brasil e no mundo várias pessoas são vítimas do chamado preconceito, mas o que seria o preconceito?
Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos". Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém, ou de um grupo social, ao que lhe é diferente. As formas mais comuns de preconceito são: social, racial e sexual.
E infelizmente várias pessoas são vitimas dele, querendo ou não muitas pessoas são julgadas cruelmente por coisas simples como modo de vestir, classe social. Que são coisas que não dizem o que uma pessoa é realmente, não classifica o seu carater.
É dificil sim mudar a sociedade muita coisa ja foi feita mais ainda há muito o que fazer, temos que comerçar mudando a cabeça dos jovens das crianças e assim mudando a cabeça dos mais velho pois convivendo com pessoas preconceituosas uma criança se torna, achando que o que os pais falam está sempre certo.
A palavra preconceito ja diz tudo é um pré conceito que é feito sem conhecimento dos fatos, feito atraves de um passado ou de conceitos que a própria sociedade julga certo, e que é errado cada pessoa tem o direito de ser diferente, e todos temos o dever de respeitar e principalmente não julgar, pra um dia não ser julgado.


Acadêmica: Maria Eduarda Zorer

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Comunicação Empresarial

O consumidor cada vez mais deseja produtos e serviços de boa qualidade, onde tenha assistência técnica, manutenção, comodidade e garantia de que o produto funcione.
As empresas ou sociedades que a partir disso não se adequarem ao novo perfil do consumidor que está cada vez mais atualizado e moderno, estarão sujeitos a consequências desagradáveis e consequentemente a falência.
Cada empresa conhece seu cliente e é, através dele a maneira mais simples para a empresa compreender o que ele deseja, qual sua necessidade, entendendo o que ele precisa para a empresa poder oferecer seus diferentes produtos, onde aumenta o desejo do consumidor.
Para isso é necessário uma boa comunicação para o entendimento social e econômico. EMPRESA / CLIENTE.

Acadêmica: Maiara Adami

domingo, 15 de novembro de 2009

Seja um bom profissional

A velocidade das mudanças em todo o mundo têm trazido um impacto muito grande sobre as pessoas e seus locais de trabalho nos últimos tempos. O ritmo das mudanças é muito rápido.
Precisamos nos esforçar para melhorar a nossa flexibilidade, velocidade e qualidade do trabalho realizado por nós e ainda dar importância para o que permanece como uma das medidas mais importantes: a produtividade. Isto porque as organizações sabem que os clientes não apenas exigem produtos e serviços rápidos e com qualidade impecável: eles também querem que os produtos e serviços sejam, acessíveis a todos eles.
Tudo mudou, está mudando e deverá mudar no futuro cada vez mais rapido. Por isso, nas organizações e até mesmo em nossa casa, existem mudanças na maneira como nos relacionamos, na forma como buscamos uma vida mais longa, mais saudável e mais feliz, tudo no mundo esta em constante mudança.
Todos os trabalhadores, independentemente de trabalharem nas linhas de produção ou nos escritórios, precisam se ver como um empresário, um vendedor especializado de serviços com uma marca especial, que seja conhecida por todos. Então, se você não conseguir se vender, não conseguirá atingir o sucesso.
Uma boa maneira de conseguir se diferenciar nesse novo contexto do mercado de trabalho é ser criativo. Sendo que isso é simplesmente buscar fazer de forma diferente aquilo que todo mundo faz de uma forma igual. Pensar em uma nova maneira, mais prática, melhor, mais barata ou mais rápida de fazer as suas atividades, para conseguir atingir os resultados esperados. Assim, o profissional que quiser crescer nas organizações precisa ser criativo, a fim de achar novas soluções para os problemas do dia-a-dia.
Lembre-se: concentre-se em observar sempre essas pequenas diferenças entre os profissionais, lembrando-se sempre que o jogo pode mudar a qualquer hora. E apenas um bom profissional, que entenda e conheça tudo que acontece ao seu redor, será capaz de se adaptar a essas mudanças que sempre acontecem.
E procure se lembrar sempre que os líderes não gostam de dois tipos de colaboradores: os que não fazem o que eles pedem e os que só fazem o que eles pedem. Busque fazer sempre mais. E melhor. Melhorar cada vez mais sempre será o maior desafio do ser humano.


Acadêmica: Daiane Catafesta

Como uma metamorfose ambulante

Quando você tenta dobrar uma caneta esferográfica com muita força, ela parte-se ao meio. O mesmo ocorre com pessoas, pois algumas simplesmente “quebram” quando são obrigadas a modificarem suas atitudes e comportamentos devido à extrema rigidez com a qual orientam suas vidas dia após dia.
Por outro lado, há pessoas que lidam com as mudanças de uma forma muito diferente, pois têm a competência de serem resilientes. Mas o que será isto?
Resiliência é um conceito oriundo da física que explica a propriedade que alguns materiais possuem de acumularem energia, quando exigidos e estressados, e voltarem ao seu estado original sem qualquer deformação. Isto explica a elasticidade do material utilizado por um atleta no salto com vara e porque o bambu continua de pé mesmo quando árvores com raízes profundas caem após uma tempestade, por exemplo.
Transportado para a realidade das organizações, este conceito virou competência e das mais importantes, pois elucida a capacidade de uma pessoa absorver altos níveis de mudança apresentando o mínimo de comportamento disfuncional.
Em Gerenciando na Velocidade da Mudança, sua obra-prima, o pesquisador Daryl Conner brilhantemente lembra que as pessoas resilientes:
Readquirem o equilíbrio mais rápido;
Mantém nível alto de produtividade;
São mais saudáveis física e emocionalmente;
Concretizam mais objetivos que as pessoas que recusam a mudança;
Aprendem com as exigências das mudanças e saem mais fortes de cada processo.
Para ser um bom líder sempre deverá buscar com essência a positividade de estar sempre pronto para receber as mudanças, porque no mundo corporativo das organizações nos dias de hoje buscam este perfil de liderança, e é necessário você cultivar e manter esta resiliência para buscar a excelência de liderar um grupo de pessoas e junto a elas buscar os objetivos que antes foram almejados. E isto também não somente aplica-se na vida profissional, mas em nossas famílias, na sociedade e a forma como vivemos nossas vidas.
Raul Seixas dizia, “eu prefiro ser esta metamorfose ambulante a ter aquela velha opinião formada sobre tudo”. Isto também vale para nós e são uma atitude das pessoas realizadoras, seres que vivem a sua existência adaptando-se àquilo que é novo e que contribui para o alcance de seus objetivos. Novo e melhor.
Wellington Moreira é consultor empresarial. Publicada em 19/6/2006
Revista Você S/A.

Acadêmica: Sandra Schimtiz

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

Atualmente, em virtude dos novos tempos e da mudança do cenário competitivo mundial, observamos que as empresas cada vez mais têm investido, intensamente em treinamentos como alternativa para melhorar o desempenho de seus colaboradores, e consequentemente se manterem no mercado; tendo como alvo principal a comunicação empresarial.Descobriu-se assim que existe um novo ambiente, que de certa forma consolida-se em um ambiente aberto a diálogos e deve ser considerada por se tratar de um fator fundamental para o sucesso empresarial.
Desta forma podemos compreender que a Comunicação Empresarial, compreende um conjunto complexo de atividades, ações, estratégias, produtos e processos desenvolvidos para reforçar a imagem de uma empresa ou entidade junto aos seus públicos de interessou junto à opinião pública.
Uma Política de Comunicação empresarial exige, para ser construída, um esforço conjunto, um diálogo franco entre os vários setores, um compromisso em nome da excelência do processo de relacionamento com os diversos públicos e não pode resumir-se a um texto bonito que irá depois virar um documento, certamente bem impresso, mas cujos princípios e valores não serão internalizados, não serão assumidos por ninguém.
Uma Política de Comunicação respeita as competências de cada pessoa ou profissional, mas deve colocar abaixo aquele monte de "caixinhas" do organograma, que só servem para definir relações de poder e prestígio e tornar burocrático o processo de tomada de decisões.
Vivemos em um mundo globalizado, na era da incerteza, mundo recheado de mudanças constantes, onde a comunicação tem o seu valor, portanto, só poderão fazer o diferencial no mercado, as empresas que aprenderem a se comunicar, a trabalhar de forma interligada e inter-relacionada, somando forças, gerando assim, agregação de valor, o que é essencial no processo de crescimento e expansão dos negócios, uma vez que, contribui e muito para que a empresa otimize seus resultados e se transforme em um diferencial competitivo, neste mercado onde a competitividade é demasiadamente acirrada.
A Comunicação Empresarial tem assumido, nos últimos anos, maior complexidade, tendo em vista a necessidade de trabalhar com diferentes públicos (portanto diferentes conteúdos, discursos ou linguagens), o acirramento da concorrência, a segmentação da mídia e a introdução acelerada das novas tecnologias.Hoje na era da informação e conhecimento, talento e experiência não são mais suficientes para assegurar um bom resultado; as empresas descobriram que é necessária uma boa comunicação.
Os resultados positivos só serão alcançados através do conhecimento e do comprometimento, o que só é possível em um ambiente cujo foco são as pessoas.
Existem vários canais de comunicação que podem e dever ser utilizados; desde uma simples conversa, cujo diálogo seja aberto e franco, a boletins internos, revistas, murais, reuniões periódicas grupos de reflexão, treinamentos internos e externos, enfim, programas que visem, além da troca de idéias e informações, a convivência com as diferenças.
Criar e programar uma política de comunicação não constitui uma simples tarefa, pois, é preciso que haja mudanças no que tange a cultura organizacional e isto não é fácil.
Há de lembrar sempre que, as empresas são compostas de seres vivos e estes vivem de relacioamentos.
O mundo mudou e nas organizações também é preciso que haja mudanças.
Tem se a necessidade de assegurar que a liderança de uma empresa acredite que os pilares do sucesso organizacional, passam por transparência e comunicação constitui um avanço.


Acadêmica: Juliana Steinheuser

terça-feira, 10 de novembro de 2009

VIOLÊNCIA CONJUGAL

Este artigo dicorrerá sobre a violência conjugal e a Lei Maria da Penha, tentando não banalizar o assunto, como geralmente é feito. Observando algumas características da violência mais profundamente e do próprio papel da mulher na sociedade, e ela em relação à violência conjugal, o qual já a coloca na posição de vítima o que acaba por vezes provocando “distorções” no uso da referida lei.
Temos, pois o intuito de discutir através deste a violência conjugal, ao relacioná - la com as disposições normativas referentes à Lei Maria da Penha. Desenvolver-se-a o trabalho em quatro períodos, tentando-se primeiramente designar o contexto em que se encontra relacionado à mulher, e a conseqüente violência sofrida, a seguir uma significação para a violência em si, os avanços nesta área do ponto de vista jurídico e por fim algumas considerações finais a respeito do assunto.
Como é do conhecimento geral, a situação de opressão em que viveram as mulheres no decorrer da história, ela tem pouco a pouco conseguindo galgar os degraus da igualdade, passando a ter uma “verdadeira identidade”, conforme expõe Cynthia Sarti:
Quando Simone de Beauvoir, em 1949, em O segundo sexo, disse que “não se nasce mulher, torna-se mulher”, expressou a idéia básica do feminismo: a desnaturalização do ser mulher. O feminismo fundou-se na tensão de uma identidade sexual compartilhada (nós mulheres), evidenciada na anatomia, mas recortada pela diversidade de mundos sociais e culturais nos quais a mulher se torna mulher, diversidade essa que, depois, se formulou como identidade de gênero, inscrita na cultura. (Sarti, Cynthia. 2004. p.1)
Ela menciona que além das diferenças anatômicas e visíveis, nesta busca por igualdade a mulher passou de certa forma a conhecer a si mesma, e ter mais percepção de suas características culturais e individuais, e esta busca das feministas incentivou e continua incentivando medidas como a referida Lei Maria da Penha.
Mas fala-se de violência, usando-a como designação para fatores um tanto quanto diversos, sem uma percepção mais profunda de seu significado. De acordo com Rifiotis:
‘Violência’ é uma palavra singular. Seu uso recorrente a tornou de tal modo familiar que parece desnecessário defini-la. Ela foi transformada numa espécie de significante vazio, um artefato sempre disponível para acolher novos significados e situações. O seu campo semântico tem uma regra de formação: a constante expansão. A aparente unidade deste termo resulta de uma generalização implícita dos diversos fenômenos que ela designa sempre de modo homogeneizador e negativo (RIFIOTIS, 1999, p. 28).
Mostrando de certa forma a inquietação do autor, quanto ao uso desmedido do termo violência, com o objetivo de menosprezar de imediato uma situação, sem se dar ao “incômodo” de analisá-la mais adequadamente, a não ser sob o prisma do senso comum.
Mesmo, com toda essa fase de liberdade e independência, aonde a mulher vem se firmando, é lastimável que em “culturas desenvolvidas”, a mulher passe por semelhante situação, de ser agredida por seu companheiro.
Difícil seria questionar, o grande avanço que se tratando prevenção à violência conjugal, houve depois da aprovação da Lei Maria da Penha, que passou a reger aspectos como: a “criação de mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8o do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências”.
Porém, depois de uma vez firmados os papéis de “vítima” e “agressor” (SEGATA, Jean. p.16), a que deveria acarretar somente bons resultados, fez com que a lei passasse a ser usada de forma, talvez, equivocada. Não dito em relação às muitas mulheres que sofrem diariamente dentro de casa que tem como único escape denunciar seu cônjuge, mas referindo-se aos casos em que a norma é usada como uma forma de ameaça da mulher para o homem, e em casos até mesmo (diga-se “diferentes”) que ele sofre a agressão. Vindo a lei que deveria ajudar, mas que começou a ser utilizada de forma prejudicial nos relacionamentos, conforme argumenta Gregori (1993) este tipo de prévia hierarquia só tende a reproduzir o discurso da divisão de papéis de gênero, o que não ajuda nada às situações conjugais, podendo inclusive reforçar as incidências de violência.
Ao referir-se aos termos violência contra a mulher, relacionamentos conjugais, justiça e injustiça, e ao discutir sobre estas questões é preciso muito tato e conhecimento, e uma investigação sobre os aspectos envolvidos, para que não se formem conclusões precipitadas, segundo Honneth (2003, p. 265):
[...] os sentimentos de injustiça e as experiências de desrespeito, pelos quais pode começar a explicação das lutas sociais, já não entram mais no campo de visão somente como motivos da ação, mas também são estudados com vista ao papel moral que lhe deve competir em cada caso no desdobramento das relações de reconhecimento.
Pois há uma variedade de sentimentos e fatos em jogo, e um estudo para diagnosticar os problemas recorrentes da violência conjugal em cada caso seria o mais correto (provavelmente procedimentos desta natureza sejam somente utopia), pois fica difícil a partir de somente uma especificação jurídica adentrar nas particularidades deste problema, levantando-se a questão já citada por Jean Segata a “vítima é a parte mais frágil da relação?” (SEGATA, Jean. p.14). Finalizando o raciocínio, percebemos que este assunto, muitas vezes usado pela mídia para armar “barracos” e discutido normalmente com vulgarização, é deveras muito complexo e requer um profundo estudo analisando-o.


Referências Bibliográficas

Brasil. Presidência da República. LEI Nº. 11.340, de 7 de agosto de 2006 D.O.U. de 08/08/2006, P. 1. Disponível em : Acesso em: 16 de junho de 2009.

HONNETH, A. Lutas por reconhecimento. A gramática moral dos conflitos sociais. São Paulo: Editora 34, 2003.

RIFIOTIS, T. A Mídia, o leitor-modelo e a denúncia da violência policial: o caso Favela Naval (Diadema). Revista São Paulo em Perspectiva, SEAD, n. 4, 1999.

SARTI, Cynthia Andersen. O feminismo brasileiro desde os anos 1970: revisitando uma trajetória. Estudos Feministas, Florianópolis, 12(2): 35-50, maio-agosto/2004. Disponível em: . Acesso em: 26 de junho de 2009.

SEGATA, Jean. A “Vítima” é a Parte mais Frágil da Relação? Sobre as Dimensões Vivenciais da Violência Conjugal. V Jornadas de Investigación em Antropologia Social – 19 al 21 de novembre de 2008. . Buenos Aires: Universidad de Buenos Aires, 2008.
GREGORI, M. F. (1993). Cenas e Queixas: um estudo sobre mulheres, relações violentas e práticas feministas. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

Acadêmica: Andiara da Silva

sábado, 7 de novembro de 2009

Comportamento Familiar

Com o passar do tempo muitas coisas mudaram, inclusive o comportamento entre familiares Antigamente as pessoas valorizavam em primeiro lugar a família e depois as outras coisas, hoje os conceitos estão invertidos e a família de antigamente está virando raridade, pai mata filho, famílias não vivem mais de dez anos de relacionamento, casamento acabando logo no inicio não importando a existência de filhos que querendo ou não são os que mais sofrem com essa separação.


Acadêmica: Keila Luckmann

AUTOESTIMA E TIMIDEZ: a imagem distorcida

Quando falamos de timidez, precisamos considerar que algumas pessoas nascem com características mais introvertidas e outras mais extrovertidas.
O meio social onde nos desenvolvemos também contribuem para um caminho o outro. Mas, atrás da timidez está à insegurança, e atrás de insegurança nos deparamos com uma baixa autoestima e autoimagem distorcida.
Ilustro com o exemplo de um jovem tímido que vai a um baile e enxerga uma moça, e quer a tirar para dançar, instalando-se na mente. Só que a timidez impede de concretizar o ato. Na insegurança, o álcool aparece como muleta. Vai até o bar, consome uma bebida. O álcool ajuda a quebrar barreiras, deixando o rapaz ilusoriamente mais corajoso, fazendo-se aproximar e tirar a paquera para dançar.Foi buscar algo externo (o álcool) para resolver um problema interno (a timidez) e obteve sucesso. Amanhã, quando encontrar na vida quaisquer novos obstáculos que a timidez o impedir de fazer, o que ele fará? Vai beber novamente!
Autoestima é o valor que atribuímos a nós mesmos, o quanto gostamos ou não gostamos da pessoa que somos. E autoimagem é como estamos nos enxergando. Nossa autoimagem é formada a partir dos outros. Desde pequenos, recebemos mensagens explicitas ou veladas o nosso respeito, e a partir das informações, vamos formando uma valorização a respeite de nos mesmos. Se as informações forem boas (você é bonito, capaz, inteligente, educado), vamos construindo uma autoimagem positiva e passamos a gostar e acreditar na gente, formando uma autoestima alta. Se, ao contrário, as informações forem ruins (você não presta, não faz nada certo, não tem jeito) nosso autoestima é a não acreditar no nosso potencial, nos tornando inseguras, e com autoestima baixíssima. A conseqüência desta construção negativa é muito desastrosa pra o desenvolvimento do individuo, prejudicando-o nos seus relacionamentos: pessoais, familiares, profissionais, sociais etc. Todos nós possuímos o lado bom e o lado ruim; temos defeitos e qualidades. Pessoas com auto-estima baixa e com autoimagem distorcida só estão em contato com o lado negativo e não enxergam o outro lado da moeda. Fazer uma releitura da nossa história, olhar para nosso potencial e para nossas habilidades ajudará muito na nossa maneira de nos enxergar, de nos sentir. E, como conseqüência, na nossa forma de agir e nos relacionar com o mundo. Lembre-se que as respostas, e por tanto as soluções, estarão sempre dentro de você e não lá fora, nas coisas ou nas pessoas. Tanto você pode mudar quanto o cenário da sua pode se transformar a cada ato da sua história. Lulu Santos fala isso na música como uma onda, quando dia que “nada do que foi será , de novo, do jeito que já foi um dia”. Se você sente que algo precisa ser diferente e mudar, acredite que não é no externo que achará a chave para o reino encantado. Você é a força propulsora dessa mudança. Varinhas de condão, porções mágicas, forças sobrenaturais, poderes especiais, só existem na ficção. No jogo da vida real você não está na arquibancada, nem no banco de reservas. Portanto trate de colocar ser uniforme e vá para o aquecimento. Só assim você construirá um novo caminho. Acredite sempre no seu potencial e de uma boa caminhada com você mesmo.

Acadêmica: : Cátia Heinzen

HISTORIA DA CONTABILIDADE

A Contabilidade existe desde os primórdios da civilização e, durante um longo período, foi tida como a arte da escrituração mercantil. Utilizava técnicas específicas, que se foram aperfeiçoando e especializando, sendo algumas delas aplicadas até hoje.
Não obstante a origem milenar da contabilidade, identificada por historiadores como praticada em tempos remotos da civilização, embora de forma rudimentar e não sistematizada.
O homem enriquecia, e isso impunha o estabelecimento de técnicas para controlar e preservar os seus bens. Aí se inicia a história da contabilidade, que segundo historiadores e estudiosos, se divide em quatro períodos:
CONTABILIDADE DO MUNDO ANTIGO - período que se inicia com a civilização do homem e vai até 1202 da Era Cristã, quando apareceu o Liber Abaci , da autoria de Leonardo Pisano.
CONTABILIDADE DO MUNDO MEDIEVAL - período que vai de 1202 da Era Cristã até 1494, quando apareceu o Tratactus de Computis et Scripturis (Contabilidade por Partidas Dobradas) de Frei Luca Paciolo, publicado em 1494, enfatizando que à teoria contábil do débito e do crédito corresponde à teoria dos números positivos e negativos, obra que contribuiu para inserir a contabilidade entre os ramos do conhecimento humano.
CONTABILIDADE DO MUNDO MODERNO - período que vai de 1494 até 1840, com o aparecimento da Obra "La Contabilità Applicatta alle Amministrazioni Private e Pubbliche" , da autoria de Franscesco Villa, premiada pelo governo da Áustria. Obra marcante na história da Contabilidade.
CONTABILIDADE DO MUNDO CIENTÍFICO - período que se inicia em 1840 e continua até os dias de hoje.


Acadêmico: Douglas Franco

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Saber ouvir evita erros

Hélio Terra

A importância de saber ouvir é um assunto que tem sido debatido há tempos pelos gestores de empresas nas convenções de vendas, workshops de treinamentos e até mesmo em feedbacks para as equipes. Será, no entanto, que as pessoas realmente entendem a necessidade disso e conseguem exercitar essa habilidade?
O que se percebe é que muitos se dispõem a escutar, porém não a ouvir. Permitem que os colegas de equipe falem, mas já imaginando o que dirá para convencê-los de sua opinião, deixando assim de prestar atenção e validar o que o outro disse.
Em épocas de crise, a habilidade de ouvir se torna ainda mais valorizada nas empresas. Afinal, saber ouvir com atenção, interesse e respeito é uma característica importante para exercitar a criatividade, competência fundamental para manter a competitividade no mercado, principalmente quando o cenário econômico não é bom.
Saber ouvir, no entanto, não significa aguardar a vez de falar, mas sim analisar se o que o outro está dizendo pode influenciar positivamente no planejamento que está sendo traçado, se agrega valor ao produto e se pode trazer novas oportunidades de negócios. Lembrando também que, às vezes, não é o todo que importa, e que um detalhe que o outro diga pode complementar seu raciocínio e compor uma parceria de sucesso.
Garimpar informações, principalmente entre os profissionais da equipe de trabalho, é premissa fundamental para garantir que as estratégias serão bem executadas. Afinal, não adianta uma boa estratégia se não se sabe o que pensam as pessoas que irão executá-la. Para que o sucesso seja alcançado, é preciso investir em uma comunicação eficaz e assertiva, e isso só é possível se os líderes souberem ouvir.
O mesmo vale para a relação empresa-cliente, pois é impossível saber identificar as necessidades do cliente sem ouvi-lo. E essa é uma questão na qual muitos consultores pecam, pois alguns estão tão preocupados em convencer o cliente e fazer a venda, que esquecem de prestar atenção no que realmente importa e que fará com que o trabalho seja satisfatório, fidelizando assim o cliente.
É preciso lembrar que o fato de ser especialista em determinado assunto não implica adivinhar as necessidades do outro, e muito menos o isenta de ouvi-lo. Ouvir evita muitos erros, isso é fato. E negociadores que não sabem ouvir perdem muitas oportunidades.
Por isso, exercite esse hábito não apenas em sua vida pessoal, mas também na profissional. Em vez de separar o que tem a falar e todos os argumentos para convencer o outro, pense sim e elabore sua opinião, mas deixe os preconceitos de lado e a mente aberta para prestar atenção nas outras pessoas e no que suas opiniões podem contribuir.
Lembre-se de que, em uma corporação, o importante não é falar melhor e convencer a todos com a sua brilhante argumentação, mas sim garantir o sucesso do projeto e a motivação de sua equipe, que é a sua melhor ferramenta de trabalho. A competência da boa comunicação é importante, mas, se isolada, não é produtiva e as melhores ações são frutos de boas discussões, de trocas de idéias que não seriam possíveis sem bons ouvidos. (Estado de Minas - 05/07/2009)

* Hélio Rangel Terra, formado em Ciências Contábeis com pós-graduação em Harvard, é Presidente da Ricardo Xavier Recursos Humanos.

Acadêmica: Silvana Cristina

Responsabilidade Social o Meio ambiente em equilíbrio com o ser humano

Sendo um tema de alta relevância na sociedade atual, responsabilidade social pode abranger tanto o campo moral e ético dos seres humanos quanto perante o meio ambiente em que vivemos. A responsabilidade social pode também trazer sustentabilidade para conosco.
Responsabilidade social tem como base a ética, sendo este levado em consideração quando houver algum ato de responsabilidade para com os seres humanos ou o meio em que vivemos. Construímos hoje o nosso futuro, sendo assim todo ato remete a uma consequência que trará benefícios ou não para conosco.
A RS traz uma nova visão da empresa no contesto industrial e social. Preocupando-se em melhorar sua visão para com os interesses dos funcionários, acionista, fornecedor, prestador de serviços, entre outros; sendo encarada como forma de sustentabilidade, e preservação do meio em que vivemos.
A RS deve ser encarada como um dever do cidadão ou empresa para com o meio ambiente, ela nunca tem fim, sempre há algo a fazer para conosco. As empresas e os cidadãos devem desenvolver projetos em diversas áreas, para o melhoramento do meio em que vivesse.
"A responsabilidade de todos é o único caminho para a sobrevivência humana." Disse Dallai Lama.

Acadêmica: Maristela Iara Junkes

Responsabilidade Social Empresarial

O ser humano de hoje passou a ser referencia, meio e fim da ação das organizações. Estão mais ambiciosos, poderosos e mais exigentes porque estão mais bem informados, consciente de seus direitos e deveres, pois querem ser considerado parte integrante do todo como um ser integrado.

O consumidor pode ser considerado um dos responsáveis pela obtenção de sucesso nos negócios, dele depende a sobrevivência da empresa, bons ou ruins resultados dos que essa vier apresentar. Com tudo isso fez com que o mercado consumidor percebesse que as empresas não se resumem em apenas capital mas em elemento que são imprescindíveis para satisfazer as necessidades e uma melhoria na qualidade de vida das pessoas. Tal percepção fez com que a sociedade passasse a agregar maior valor as organizações. Hoje, qualidade e bom preço já não são suficientes, pois as constantes mudanças no cenário de mercado fazem com que o consumidor exijem, cada vez mais, mudanças de atitude empresarial, voltado para o meio ambiente, de modo a promover o desenvolvimento sustentável da sociedade e entre outros. Também é possível observar que a sociedade consumidora não sobrevive só dos benefícios gerados pelas atividades da empresa, como também sobre os impactos causados por elas como a perda da qualidade de vida, o aumento de doenças, a destruição dos recursos naturais dentre outros.

A Responsabilidade Social Empresarial pode ser definida como o estilo de gestão caracterizada pela ética, transparência, na relação da empresa com seus públicos, buscando melhor compreender que as ações das empresas devem, de forma necessária, buscar trazer benefícios para a sociedade, parceiros e meio ambiente, propiciais a realização profissional dos empregados e trazer consequentemente retorno para os investidores.

Muitas empresas demonstram ser socialmente responsáveis pelo fato de se comprometer com ações voltadas para o futuro da comunidade e sociedade, ao investir em processos produtivos que visem a conservação do meio ambiente e ao se preocupar com o uso racional de recursos naturais, cujos valores são de grande interesse das empresas e da comunidade. Porém muitas atuam focadas na Responsabilidade Social, mas deixam de por em pratica pelo fato de não saber quais ações tomar ou ate mesmo como atuar no mercado.

Mas não basta simplesmente jogar uma ação de Responsabilidade Social na sociedade, a empresa deve envolver-se como um todo para que tenha seus frutos colhidos ao longo de sua existência. O fato de a empresa ganhar dinheiro não significa que a sociedade deve sustentá-la, pois se certo número de clientes ficarem insatisfeitos não só eles deixarão de comprar, mas a sociedade como um todo a condenará.

Hoje é fácil observar os benefícios proporcionados pela aplicação da Responsabilidade Social em suas gestões e o reconhecimento da real importância de se praticar ações sociais, o que as torna possuidoras de uma importante ferramenta competitiva, se levadas em consideração à globalização mundial, a competitividade do mercado e as exigências do consumidor. A pratica da Responsabilidade Social não interfere nos interesses econômicos da empresa, nem no acumulo de lucros. Mas desempenha seu papel em produzir bens e serviços, gerando emprego e trazendo retorno para os interessados. O retorno que a empresa ganha é na valorização da imagem, nas vendas, no fortalecimento entre outros.

Organizações que demonstrarem ética nos negócios sejam por meio do atendimento, as exigências do cliente ou pelo comprometimento com ações sociais, visando não somente a estabilidade e continuidade dos negócios, mas também a preocupação de participar ativamente da sociedade onde está inserida.

Agir com Responsabilidade Social é, portanto, contribuir para a construção de um mundo mais justo e para a melhoria da qualidade de vida, garantindo um futuro digno às gerações futuras.


Acadêmica:Maristela May‏

COMUNICAÇÃO ENTRE CLIENTE E EMPRESA NUTRIFARMA

NUTRIFARMA empresa do setor de nutrição animal, mais especificamente, uma fábrica de rações, núcleos suínos e suplementos minerais e vitamínicos para aves, bovinos e suínos. Queremos mostrar as atividades diárias do processo administrativo e fabril.Da cidade de TAIÓ onde ate o fim de ano estará funcionando em MARIPÀ no Paraná e TEOTÔNIA em RS.A comunicação entre empresa e cliente por objetivo,implantou vários programas de sempre melhorar o atendimento aos clientes. A preocupação é atender as necessidades e até superar as expectativas dos clientes. Para medirmos s satisfações dos nossos clientes são feitas pesquisas, onde avaliamos diversos critérios: como prazo de entrega, atendimento dos vendedores, eficácia do produto, também investe na motivação pois oferece aos seus funcionários um plano de cargos e salários, restaurante empresarial com Café da Manhã e Almoço, Assistência Médica e Odontológica, comemoração mensal dos aniversariantes, uniforme completo, Viagem anual com acompanhante (Foz do Iguaçu, Canela-Gramado, Ilha do Mel.A missão da empresa e produzir alimentos para a nutrição animal, que atendam as expectativas dos clientes com relação ao desempenho, através de um ambiente de trabalho adequado às Boas Práticas de Fabricação,visão buscar soluções economicamente viáveis, contribuindo para a pesquisa e desenvolvimento da nutrição animal, objetivando ser empresa referência referencia no mercado e a política de qualidade tem compromisso de produzir alimento de qualidade que atendam as exigências da Nutrição Animal, buscando a melhoria contínua por meio de controle de processos, visando a satisfação dos clientes , colaboradores e acionistas.


Acadêmica:JOSEMARA ALVES DE JESUS

Padroeiro dos Contabilistas - São Mateus

São Mateus foi um contabilista. Atuava na área da Contabilidade Pública, pois era um rendeiro, isto é, um arrendatário de tributos. O exercício da sua profissão exigia rígidos controles, os quais se refletiam na formulação do documentário contábil, sua exibição e sua revelação. Escriturava e auditava. Era um publicano, e por isso não era bem visto pela sociedade, sendo considerado um pecador. Na verdade, ele gozava de má fama pelo fato de ser um cobrador e arrecadador de tributos. Chamava-se telônio o local onde se efetivava o pagamento dos tributos e onde também se trocava moeda estrangeira _ um misto de casa de câmbio e de pagamento dos tributos. Mateus nasceu em Cafarnaum. Não se conhece a data do seu nascimento. Seu pai, Alfeu, deu-lhe o nome de Levi. Sua cidade natal era cortada pelas principais estradas da Palestina, ponto de convergência e centro comercial da região. Jesus Cristo tinha especial simpatia por essa cidade, tendo nela pregado a sua doutrina. Na época, era uma província romana. Em sua peregrinação, Cristo passa diante do telônio de Levi, pára, e o chama: "Segue-me". Levi se levanta, acompanha o Mestre e abandona seus rendosos negócios. Troca de nome e de vida. Diz São Jerônimo que Levi, vendo Nosso Senhor, ficou atraído pelo brilho da divina majestade que fulgurava em seus olhos. Convertendo-se ao cristianismo, adotou o nome de Mateus, que significa "o dom de Deus". Mateus seria corruptela de Matias. Mateus foi um dos doze apóstolos de Cristo, e o primeiro dos quatro evangelistas. Antes de sua conversão era o mais rico e o mais inteligente de todos eles. Escreveu o relato das pregações de Cristo por volta dos anos 50 d.C na língua siro-chaldaico. O seu evangelho é considerado o mais completo, o mais lindo e escorreito. Mateus marcou a virada de sua vida com um banquete que ofereceu aos amigos. Nele compareceu Cristo, o que ensejou questionamentos e reverbérios por parte dos escribas e fariseus, classes atingidas pela nova pregação. Diziam "este Homem anda com publicanos e pecadores e banqueteia-se com eles". Tais recriminações não pouparam também os apóstolos: "como é que vosso Mestre se senta a mesa com os pecadores?" Tais críticas mereceram as famosas palavras de Jesus Cristo: "Não são os sãos, mas sim os doentes, que necessitam do médico. Não vim a chamar os justos, senão os pecadores." Após a cena descrita no chamado "Evangelho do Espírito Santo", na qual os apóstolos receberam o dom da sabedoria, saíram os mesmos pelas várias regiões para a difusão religiosa. Mateus pregou, em primeiro lugar, na própria Palestina, e em seguida, dirigiu-se à Arábia e Pérsia, deslocando-se finalmente para a Etiópia, onde encontrou a morte. Diz São Clemente que Mateus era um santo de penitência e mortificações. Alimentava-se de ervas, frutas e raízes. Sofreu maus tratos e foi hostilizado na Arábia e na Pérsia. Teve os olhos arrancados e foi colocado na prisão na cidade de Mirmene, onde aguardaria sua execução, a ser feita em data solene consagrada a deuses pagãos. Na prisão, onde estava acorrentado, recebe o milagre divino da restituição dos seus olhos e da sua libertação. Alcança a Etiópia, onde prega a doutrina cristã pela última vez. É repelido e encontra forte oposição dos guias religiosos pagãos etíopes. Ocorre, entretanto, uma consternação real. Falecido o jovem príncipe Eufranon, São Mateus é chamado e realiza um milagre que causa admiração: ressuscita o morto. Esse fato repercutiu em todo reino. Incensado, bajulado e endeusado, São Mateus trata de colocar as coisas em seus devidos termos e diz: "Eu não sou Deus, como julgais que seja, mas servo de Jesus Cristo, Filho de Deus vivo; foi em seu nome que ressuscitei o filho de vosso rei; foi ele que me enviou a vós, para vos pregar sua doutrina e vos trazer sua graça e salvação." Palavras que calaram fundo na alma dos etíopes. Foi elevado o número das conversões. A Etiópia, na época, era um dos principais bastiões do cristianismo. A conversão da família real era fato consumado. A princesa Efigênia, filha mais velha, faz voto de castidade perpétua. Com o falecimento do rei Egipo, sobe ao poder o seu sobrinho Hirtaco. Desejando fortalecer politicamente o reino, Hirtaco resolve despojar Efigênia. Mas havia o impedimento: o voto proferido pela princesa. Hirtaco exige a interferência e a autorização de São Mateus para realizar os seus desígnios. Mateus se recusa, informando ao rei não ter competência para envolver-se no caso, e consagra Efigênia a Deus. Contestado em seu plano, e irado, Hirtaco dá ordens para a execução de Mateus que celebra a santa missa, quando dele se aproximam os soldados e executam a ordem real. No ano de 930, seus restos mortais foram transportados para Salermo (Itália), cidade da qual é padroeiro. Transcorria o ano 69 d.C, quando Mateus foi assassinado. Efigênia cumpriu seu voto. Fugiu acompanhada de várias moças convertidas à fé cristã, internando-se em um monastério. Sua vida foi consagrada a Deus. Foi canonizada como Santa Efigênia.

Acadêmica: Vanessa Eyerkaufer

FALANDO EM PÚBLICO: DETALHES QUE FAZEM A DIFERENÇA

Ninguém está a salvo de cometer certos erros ao falar em público, seja em uma palestra ou simplesmente ao apresentar um trabalho em sala de aula. Fique atento, então, a alguns detalhes que realmente fazem a diferença.

Ao falar em público apresente-se bem vestido, com uma roupa adequada ao público e ao lugar. Cuidado com detalhes que possam desviar a atenção da platéia, como botões grandes e coloridos.

Principalmente as mulheres devem tomar cuidado ao utilizar jóias e qualquer outro assessório, pois estes, além de desviarem a atenção do público, também podem refletir a luz do local e até mesmo fazer barulho.

Saiba ponderar seus gestos. Se gesticular demais, poderá parecer nervoso. Mas evite pôr a mão no bolso, sobretudo se nele houverem moedas, chaves ou qualquer outro objeto que possa fazer barulho. Também evite gestos viciosos, como passar a mão nos cabelos ou – o clássico – empurrar os óculos com o dedo indicador. Você corre o risco da platéia começar a contar essas incidências.

Não pronuncie sons sem valor, como “hammm”, pois se traduzem como um tempo para pensar ou como uma distração. Também evite os vícios linguísticos “né”, “ok”, “entende”, as gírias e as palavras de baixo calão.

Tenha sempre em mente que você não deve provocar nenhum tipo de competição com a sua própria mensagem. As roupas e assessórios chamativos que você usar, os barulhos que provocar e a sua gesticulação, podem tirar a atenção da platéia, e você não obterá êxito ao transmitir sua mensagem.

Acadêmica: Dalvana Vicenzi

Bibliografia: MACHADO, Andréa Monteiro de Barros. Falando muito bem em público. São Paulo: Makron Books, 1999.

Erros x Acertos: O que fazer?

Durante a prestação de serviços contábeis, como de qualquer outro serviço a excelência de qualidade é imprescindível. Outro fator importantíssimo que se pode destacar é a confiança, que por sua vez não se compra, mas sim se conquista.
Com a relação de serviços contábeis que podem ser oferecidos, como da área fiscal, de consultoria, assessoria, o cliente compra uma promessa de execuções, e não um produto visível, então há a necessidade de que aos poucos, por um trabalho com qualidade oferecido pela empresa, haja a confiança. Desta forma, a dificuldade não se encontra na venda destes serviços, e sim na forma de manter estes clientes.
Portanto pode-se compreender que a confiança é uma ferramenta fundamental na relação das empresas com os clientes na área de prestações de serviços, agindo de forma profunda para o crescimento e fixação da empresa no mercado de trabalho.
Da mesma forma como há pontos que elevam a imagem da empresa contábil, existe aqueles que acabam destruindo-a.
Pode-se assim citar alguns erros, como: Não saber o que se está vendendo, pois quando não sabe-se o que se está vendendo, não alcança-se os caminhos para uma boa venda, e consequentemente a satisfação dos clientes.
Outro fator que acaba afetando as empresas é a clareza na hora das vendas, é necessário que seja-se claro, estabeleça ao cliente a compra o serviço, para que ele saiba o que se está comprando, o que tem ou não direito, o que será ou não entregue, o que será cobrado a parte ou não.
Em momentos já não consegue-se mais saber o que fazer frente as situações que encontramos. Apenas sabe-se que quanto mais um povo se desenvolve, maior e mais complexo torna-se o seu patrimônio, exigindo dos profissionais da contabilidade mais dedicação e empenho em tentar sanar as necessidades dos usuários.
A teoria e a prática contábil não são antagônicas, mas sim complementares. Assim, podemos dizer que do mesmo modo que a teoria só possui valor se tiver aplicação prática, a prática só agregará valor se apoiada pela teoria, e não única e exclusivamente por normas e regras.
Então a paixão por aquilo que se faz, e a determinação em alcançar seus objetivos, fazem com que a vida das pessoas acabe se transformando, desta forma, o profissional contábil, seja atuando como empresário, auditor, contador ou consultor, se destaca através de seu treinamento contínuo. E é essa busca incessante pelo conhecimento que diferencia os profissionais de sucesso dos demais. Por mais que a sua experiência seja uma forte aliada em sua carreira, ela somente será de grande utilidade se for complementada com o contínuo treinamento e atualização.


Cíntia Jochem.

Lua nova

Bom, para quem gosta de um romance com suspense, Stephanie Meyer lançou uma série, Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer, que além dos livros já estão também nos cinemas.
Abaixo um resumo do segundo volume da série: Lua Nova...
Quem sabe alguém se interesse e venha a ler todos os livros da série.


- New Moon (Lua Nova) – Stephenie Meyer.
Ao completar 18 anos, Bella Swan é surpreendida com uma festa de aniversário preparada por Edward Cullen e todos os outros membros de seu clã, porém, um fato inesperado surge em meio a muitas comemorações. Por descuido, Bella corta uma pequena parte de seu corpo e seu sangue começa a ficar completamente à mostra para todos os vampiros.
A partir daí, e também com o intuito de protegê-la, Edward decide mudar de cidade com sua família. Imediatamente Edward diz a Bella que não a ama mais e que a partir daquele momento ela deveria seguir o seu caminho sozinho.
Os meses passaram e Bella, muito abatida, aproximou-se ainda mais de Jacob Black. Os dois começaram a viver uma grande amizade, mas até aquele momento o segredo de Jacob ainda não havia sido revelado a Bella. A garota descobriu toda a verdade após ocorrer alguns incidentes envolvendo o jovem lobisomem. Bella também se vê no meio da batalha entre vampiros, lobisomens e Victoria.
Com o passar do tempo, a vampira Alice tem uma visão de Bella pulando de um penhasco e morrendo logo em seguida, mas o que ela não sabe é que Jacob consegue salvá-la. Neste momento Edward acredita que Bella esteja realmente morta e para confirmar faz uma ligação para a casa de Charlie Swan. Jacob atende e diz para Edward – fingindo ser o Dr. Carlisle – que o pai de Bella estava para o velório.
A partir deste momento Edward decide ir para a Itália onde poderá suicidar-se, mas com a ajuda de Alice, que conta toda a verdade para Bella, conseguem chegar antes de o vampiro colocar um ponto final em sua vida. Na volta para casa Edward diz para Bella que sempre a amou.
Acaba o livro na hora em que o grande sonho de Isabella Swan pode vir a acontecer, ou seja, Edward junto com todo o clã Cullen abre uma votação para decidir se Bella deverá se tornar vampira ou não, pois, segundo a família Volturi, Bella é a única humana que sabe sobre os vampiros e, infelizmente, pode se tornar uma grande ameaça para todos eles. (Continuação Livro Eclipse).

Acadêmica: Juciane Barboza

Responsabilidade Social: um novo objetivo

Querendo ou não todos nós estamos cercados por uma sociedade extremamente capitalista, onde o dinheiro é posto acima de tudo. Porém de alguns anos para cá novos objetivos surgem para as empresas, um deles é a responsabilidade social – uma forma de diferenciação entre as concorrentes.
As empresas fazem parte da sociedade, suas boas ou más ações refletem no meio em que estão inseridas. Agir com responsabilidade social significa ser uma empresa ética. Uma empresa que não degrada o meio ambiente agindo de forma sustentável é ética, pois ajuda na preservação ambiental. Não somente questões do meio ambiente estão inseridas nesse contexto, uma empresa pode agir com responsabilidade social promovendo esporte e cultura – patrocínios a times de futebol escolares e doações a organizações públicas são exemplos.
Um ponto importante a destacar é que a responsabilidade social não interfere nos interesses econômicos da empresa, não implica no abandono dos objetivos econômicos. É impossível deixar de pensar no lucro, pois é do lucro que a empresa sobrevive, a responsabilidade social vem para agregar valores. O retorno dos investimentos aplicados em ações socialmente responsáveis se concretiza com o aumento das vendas, melhora da imagem, no fortalecimento e fidelidade a empresa. A empresa terá valorização perante a sociedade, pois será peça fundamental para o bom andamento da mesma e da qualidade de vida.
A maioria dos governos do mundo não consegue suprir todas as necessidades sociais, econômicas e ambientais. É nesse espaço que a empresa toma lugar de agente promotor do bem-estar da sociedade.
Responsabilidade social é contribuir para uma sociedade mais justa e para um ambiente mais limpo.

Acadêmica: Natacha Caroline Pontizelli
Responsabilidade Social
O Meio ambiente em equilíbrio com o ser humano


Sendo um tema de alta relevância na sociedade atual, responsabilidade social pode abranger tanto o campo moral e ético dos seres humanos quanto perante o meio ambiente em que vivemos. A responsabilidade social pode também trazer sustentabilidade para conosco.
Responsabilidade social tem como base a ética, sendo este levado em consideração quando houver algum ato de responsabilidade para com os seres humanos ou o meio em que vivemos. Construímos hoje o nosso futuro, sendo assim todo ato remete a uma consequência que trará benefícios ou não para conosco.
A RS traz uma nova visão da empresa no contesto industrial e social. Preocupando-se em melhorar sua visão para com os interesses dos funcionários, acionista, fornecedor, prestador de serviços, entre outros; sendo encarada como forma de sustentabilidade, e preservação do meio em que vivemos.
A RS deve ser encarada como um dever do cidadão ou empresa para com o meio ambiente, ela nunca tem fim, sempre há algo a fazer para conosco. As empresas e os cidadãos devem desenvolver projetos em diversas áreas, para o melhoramento do meio em que vivesse.
"A responsabilidade de todos é o único caminho para a sobrevivência humana." Disse Dallai Lama.

Acadêmica: Maristela Iara Junkes

sábado, 31 de outubro de 2009

COISAS QUE TODOS PRECISAM SABER A RESPEITO DO
“PESSOAL DA CONTABILIDADE”



1) O Pessoal DA CONTABILIDADE dorme. Pode parecer mentira, mas o Pessoal DA
CONTABILIDADE dorme, precisa dormir como qualquer outra pessoa. Esqueça que
ele tem celular e telefone em casa, ligue só para o escritório;
2) O PESSOAL DA CONTABILIDADE come. Parece inacreditável, mas é verdade. O
PESSOAL DA CONTABILIDADE também precisa se alimentar e tem hora para isso;
3) O PESSOAL DA CONTABILIDADE pode ter família. E agora, a mais incrível de
todas: Mesmo sendo PESSOAL DA CONTABILIDADE, precisam descansar no final de
semana, dar atenção à família, aos amigos e a si próprio, sem pensar ou falar em Banco, Folha de Pagamento, Fornecedores, Imobilizado, Impostos,
Receitas e Despesas;
4) O PESSOAL DA CONTABILIDADE, como qualquer cidadão, precisa de dinheiro.
Por essa você não esperava, né? É surpreendente, mas o PESSOAL DA
CONTABILIDADE também paga impostos, compra comida, precisa de combustível,
roupas e sapatos, e ainda consome Lexotan para conseguir relaxar...
5) Ler, estudar também é trabalho. E trabalho sério. Pode parar de rir. Não
é piada. Quando o PESSOAL DA CONTABILIDADE está concentrado num livro ou
publicação especializada ele está se aprimorando como profissional, ou
quando está andando por aí está, esta avaliando a companhia como um todo,
logo: t-r-a-b-a-l-h-a-n-d-o...
6) Vale reforçar: O PESSOAL DA CONTABILIDADE não é vidente, não joga tarô e
nem tem bola de cristal, pois se você achou isto o demita e contrate um
PARANORMAL OU DETETIVE. Ele precisa planejar, se organizar e assim ter
condições de fazer um bom trabalho, seja de que tamanho for. Prazos são
essenciais e não um luxo... Se você quer um milagre, ore bastante, faça
jejum, e deixe o pobre do PESSOAL DA CONTABILIDADE em paz;
7) Em reuniões de amigos ou festas de família, o PESSOAL DA CONTABILIDADE
deixa de ser o PESSOAL DA CONTABILIDADE e reassume seu posto de amigo ou
parente, exatamente como era antes dele ingressar nesta profissão. Não peça
conselhos sobre declarações de IR, informações do sistema, dicas de
finanças, entre outras ... Eles tem direito de se divertirem;
8) Não existe apenas um 'levantamentozinho', uma 'pesquisazinha', nem um
'resuminho', pois esqueça os 'inha e os "inho" (probleminha, conversinha,
aumentinho)', pois O PESSOAL DA CONTABILIDADE não resolve este tipo de
problema. Levantamentos, pesquisas e resumos são frutos de análises
cuidadosas e requer atenção e dedicação. Esses tópicos podem parecer
inconcebíveis a uma boa parte da população, mas servem para tornar a vida do
PESSOAL DA CONTABILIDADE mais suportável;
9) Celular é ferramenta de trabalho. Por favor, ligue, apenas, quando
necessário. Fora do horário de expediente, mesmo que você ainda duvide, o
PESSOAL DA CONTABILIDADE pode estar fazendo algumas coisas que você nem
pensou que ele fazia, como namorar, por exemplo;
10) Pedir a mesma coisa várias vezes não faz o PESSOAL DA CONTABILIDADE
trabalhar mais rápido. Solicite, depois, aguarde o prazo dado pelo PESSOAL
DA CONTABILIDADE. Você pode não acreditar, mas cronogramas também fazem
parte da vida;
11) Quando o horário de trabalho do período da manhã vai até 12h, não
significa que você pode ligar às 11:58 horas, solicitando um relatório que
leve, no mínimo 3 horas para sua elaboração. Ainda mais quando é véspera de
Natal ou Ano Novo. O PESSOAL DA CONTABILIDADE também participa de feriados
de finais de ano, religiosos, férias e finais de semana;
12) O PESSOAL DA CONTABILIDADE não inventa problemas. Não reclame! Se quiser
fazer do seu jeito, isto apenas será apontado em um eventual book, ou seja
quer fazer, FAÇA, mas antes demita o PESSOAL DA CONTABILIDADE e contrate um
QUEBRA GALHO ou DAVID COOPERFIELD, o mágico;
13) O PESSOAL DA CONTABILIDADE não é o criador dos ditados 'o barato sai
caro', 'quem paga mal, paga em dobro' e 'Ema, E-Ema... cada um com seus
problemas'. Mas, o PESSOAL DA CONTABILIDADE concorda em número, gênero e
grau;
14) E, finalmente, o PESSOAL DA CONTABILIDADE também é filho de DEUS e não
filho disso ou daquilo como você já pensou um dia... POR FIM, essas verdades
precisam chegar a todos.

O PESSOAL DA CONTABILIDADE agradece.





Karla Jakeline Beber

sábado, 24 de outubro de 2009

Relações Humana no Ambiente de Trabalho.

Trabalhar com indivíduos que são desafiadores e difíceis.Todos nos encontramos no nosso ambiente de trabalho esse tipo de pessoas.Existem varios tipos de personalidades vou citar tres, que são os microgerentes e criticos,profissionais desonestos e homens das cavernas.
1º os microsgerentes
São pessoas que querem controlar ou criticar tudo que você faz.
2º Profissionais desonestos
São aqueles colegas de trabalho que ocasionalmente disparam uma mentira aparentemente inocente, para se proteger de críticas.
3º Homens das cavernas
Inclui aqui os valentões. Preconceituosos ou viciados em poder e tentam disfarçar a agressão com o humor.Gostam de faz piadinhas de mal gosto com seus colegas de trabalho.
Relacionamentos ruins são tóxicos e prejudicam, a qualidade e a própria saúde.
Algumas podem ter inveja de seu talento e do desempenho excelente que apresenta no trabalho, ou ainda podem ter medo que você crescer demais na empresa.nao importa o que os outros dizem. O mais importante e você exercer seu trabalho com qualidade sem se preocupar com as "brincadeiras de mal" gosto de seus colegas.

"O caminho mais curto para o SUCESSO, é sempre tentar mais uma vez".
(Thomas Edson)


Acadêmica: CATIA KNIESS.

sábado, 17 de outubro de 2009

CADUCEU





Bastão entrelaçado com duas serpentes, que na parte superior tem duas pequenas asas ou um elmo alado. Sua origem se explica racional e historicamente pela suposta intervenção de Mercúrio diante de duas serpentes que lutavam, as quais se enroscavam em seu bastão. Os romanos utilizaram o caduceu como símbolo do equilíbrio moral e da boa conduta; o bastão expressa o poder; as duas serpentes, a sabedoria; as asas, a diligência; o elmo é emblemático de pensamentos elevados. O caduceu é na atualidade a insígnia do bispo católico ucraniano. Do ponto de vista dos elementos, o caduceu representa sua integração, correspondendo o bastão à terra, as asas, ao ar; as serpentes à água e ao fogo (movimento ondulante da onda e da chama). A antigüidade do símbolo é muito grande e encontra-se na Índia gravado nas lápides de pedra denominadas "nagakals", uma espécie de ex-votos que aparecem à entrada dos templos. Erich Zimmer deriva o caduceu da Mesopotâmia, onde o vê no desenho da taça sacrifical do rei Gudea de Lagash (2.600 a.C.). Apesar da longínqua data, o autor mencionado diz que o símbolo é provavelmente anterior, considerando os mesopotâmicos as duas serpentes entrelaçadas como símbolo do Deus que cura as enfermidades, sentido que passou à Grécia e aos emblemas de nossos dias. Do ponto de vista esotérico, a vara do caduceu corresponde ao eixo do mundo e suas serpentes aludem à força Kundalini que, segundo os ensinos tântricos, permanece adormecida e enroscada sobre si mesma na base da coluna vertebral (símbolo da faculdade evolutiva da energia pura).

Segundo Schneider, os dois S formados pelas serpentes correspondem à doença e à convalescença. Em realidade, o que define a essência do caduceu é menos a natureza e o sentido de seus elementos que sua composição. A organização por exata simetria bilateral, como a balança de Libra, ou na triunidade da heráldica (escudo entre dois suportes) expressa sempre a mesma idéia de equilíbrio ativo, de forças adversárias que se contrapõem para dar lugar a uma forma estática e superior. No caduceu, este caráter binário equilibrado é duplo: há serpentes e asas, pelo que ratifica esse estado supremo de força e autodomínio (e, conseqüentemente, de saúde) no plano inferior (serpentes, instintos) e no superior (asas, espírito). A Antigüidade, inclusive a grega, atribuiu poder mágico ao caduceu. Há lendas que se referem à transformação em ouro de tudo o que era tocado pelo caduceu de Mercúrio (observe-se a antecipação que a associação dos nomes determina, com respeito à alquimia) e a seu poder de atrair as almas dos mortos. Mesmo as trevas podiam ser convertidas em luz por virtude desse símbolo da força suprema cedida a seu mensageiro pelo pai dos deuses.

Bibliografia: Juan-Eduardo Cirlot - Dicionário de Símbolos (Editora Moraes)
O bacharel em CIÊNCIAS CONTÁBEIS, antes de mais nada, é um profissional eclético. Todo e qualquer patrimônio necessita de critérios de formatação e de avaliação, fato do dia-a-dia do Profissional em Contabilidade.